Os pilotos já falaram e nem todo mundo gostou do que viu. 2026 nem começou e já há quem aposte em domínio… e quem esteja preocupado.
Os testes no Bahrein entregaram muito mais respostas do que o shakedown em Barcelona . Agora já é possível ter uma noção mais concreta de como os carros do novo regulamento vão se comportar. E o clima no paddock é misto.
Tanto Carlos Sainz quanto Esteban Ocon indicaram que a hierarquia pode não mudar tanto assim. Mesmo com todos começando do zero, eles acreditam que McLaren, Red Bull Racing, Ferrari e Mercedes devem seguir à frente.
Sainz afirmou que a diferença para as equipes de ponta parece até ter aumentado e que será necessário muito trabalho para reduzir essa distância.
Ocon seguiu a mesma linha: disse que gostaria de dar uma resposta diferente, mas que, hoje, as quatro primeiras posições parecem relativamente definidas. Ele, porém, fez uma ressalva.
Audi surge como possível exceção
Ocon citou a Audi como uma equipe que deu um salto importante: justamente o time de Gabriel Bortoleto.
O próprio Bortoleto também comentou o desempenho. Segundo ele, algumas áreas estão funcionando bem, outras ainda não, e não há a sensação de que a equipe conseguirá encurtar drasticamente a distância para os líderes neste primeiro momento.
Um dos pontos mais delicados é a gestão de energia. De acordo com o brasileiro, se o piloto forçar demais em uma volta, pode ficar vulnerável na seguinte enquanto recupera carga.
Na prática, isso significa mais estratégia e menos ataque constante, uma mudança importante na dinâmica das corridas.
Fonte: IG
