Na última segunda-feira (15), a polícia francesa revistou o Ministério das Finanças para investigar suspeitas de “favores fiscais” concedidos ao PSG em 2017. Segundo o jornal ‘Mediapart’, da França, o clube teria sido favorecido durante os trâmites financeiros da contratação de Neymar.
A operação teria sido realizada na presença de dois juízes e os investigadores fizeram buscas em vários serviços da Direção-Geral das Finanças Públicas (DGFIP), de acordo com a ‘AFP’.
Ainda de acordo com o veículo, Gérald Darmanin, atual ministro do Interior e ministrodas Contas Públicas à época, e o seu ex-chefe de gabinete, Jérôme Fournel, teriam ajudado o clube parisiense a evitar o pagamento de impostos sobre a transferência de Neymar.
Na época, a contratação do camisa 10 brasileiro se tornou a mais cara da história do futebol, custando 222 milhões de euros, equivalente a R$ 1,18 bilhão na cotação atual.
O jornal francês indicava que o fisco poderia ter exigido entre 67 a 224 milhões de euros do PSG, por não se tratar de uma taxa de transferência, mas sim de um adiantamento do salário do jogador que lhe permitisse pagar a sua cláusula de rescisão com o Barcelona.
Fonte: IG