Pesquisa: Corinthians e São Paulo caem, Palmeiras ‘estabiliza’ e Flamengo aumenta liderança como maior torcida do Brasil

Fonte: ESPN – Nesta segunda-feira (28), o jornal O Globo divulgou pesquisa atualizada sobre as maiores torcidas de clubes de futebol do Brasil. O levantamento foi feito em parceria com o instituto Ipsos-Ipec e ouviu 2 mil brasileiros com mais de 16 anos de forma presencial entre os dias 5 e 9 de junho de 2925, em 132 municípios de todas as regiões do país.

Cada entrevistado poderia falar até dois times do coração, com ambas as respostas sendo computadas. Também foram aceitos torcedores que responderam que simpatizam apenas com a seleção brasileira.

Pesquisa das maiores torcidas do Brasil

  1. Flamengo: 21,2% (21,8% em 2022, queda dentro da margem de erro)
  2. Corinthians: 11,9% (15,5% em 2022, queda acima da margem de erro)
  3. Palmeiras: 6,5% (7,4% em 2022, queda dentro da margem de erro)
  4. São Paulo: 6,4% (8,2% em 2022, queda acima da margem de erro)
  5. Vasco da Gama: 3,4% (4,2% em 2022, queda dentro da margem de erro)
  6. Grêmio: 3% (3,2% em 2022, queda dentro da margem de erro)
  7. Cruzeiro: 2,3% (3,1% em 2022, queda dentro da margem de erro)
  8. AtléticoMG: 2,3% (2,1% em 2022, subida dentro da margem de erro)
  9. Bahia: 2,2% (1,7% em 2022, subida dentro da margem de erro)
  10. Santos: 2% (2,2% em 2022, queda dentro da margem de erro)
  11. Internacional: 1,7% (2,2% em 2022, queda dentro da margem de erro)
  12. Botafogo: 1,5% (1,3% em 2022, subida dentro da margem de erro)
  13. Sport: 1,3% (1,2% em 2022, subida dentro da margem de erro)
  14. Fluminense: 0,9% (1,1% em 2022, queda dentro da margem de erro)
  15. Seleção brasileira: 0,9% (0,7% em 2022, subida dentro da margem de erro)
  16. Vitória: 0,8% (0,7% em 2022, subida dentro da margem de erro)
  17. Fortaleza: 0,7% (1,3% em 2022, queda dentro da margem de erro)
  18. Ceará: 0,7% (0,8% em 2022, queda dentro da margem de erro)
  19. Santa Cruz: 0,6% (0,6% em 2022)
  20. AthleticoPR: 0,5% (0,5% em 2022)
  21. Remo: 0,5% (0,4% em 2022, subida dentro da margem de erro)